quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026



—Por favor senhor policial, eu não sei de nada. Não tenho nada a ver com venda de drogas.

—Moça, estamos vigiando o Nilson há semanas. Ele estava comprando da boca local e vendendo nas baladas que frequenta. Só não tínhamos visto você por aqui antes.

—É porque eu nem conheço ele direito. É a primeira vez aqui, por isso nunca me viram antes.

—Então não sabia da droga?

—Não. Por favor me deixe ir.

Na verdade a garota aflita é o próprio Nilson. Ele tinha começado a vender droga para pagar as contas, e o traficante ofereceu algo novo. Segundo ele era uma droga da Ásia, que transformava um homem em mulher em minutos.

Nilson nunca havia pensado em usar aquilo, mas quando viu a casa cercada e ele prestes a ser preso resolveu arriscar.

Em alguns minutos ele havia se transformado em mulher. Então vestiu roupas que sua ex deixara lá, pouco antes da sua porta ser arrombada pela polícia.


-Bem, o Nilson não está aqui mas você foi pega com drogas no apartamento. Acredito que é inocente, mas vou ter de te prender. A não ser que queira... negociar. -Por favor, não me prenda. Eu faço... qualquer coisa. Nilson com seu novo corpo de mulher não podia acreditar no que acontecia. O policial o colocou de quatro no sofá, levantou o vestido e baixou a sua calcinha. Sem esitar ele penetrou forte em sua vagina. O homem socava com força e ainda para aumentar a sensação enfiava os dedos em seu ânus. Nilson gosou forte mais de uma vez, até que o policial gosou em sua vagina. Em seguida limpou o pênis no vestido e foi embora. Nilson estava confuso e envergonhado, mas aquela não seria a última vez. A droga era de efeito permanente e ele ficaria como mulher. O policial o visitaria mais vezes, deixando algum dinheiro para as suas despesas. Depois de algumas visitas, Nilson estaria ansioso pela volta daquele que iria prende-lo e acabou se tornando seu amante.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026


 

Henrique finalmente havia conseguido o emprego dos sonhos, numa multinacional do setor farmacêutico. Ele era um rapaz tímido e tentava se enturmar no novo ambiente de trabalho. Certo dia, dois colegas contaram a ele que, na última sexta-feira do mês — quando tradicionalmente se fazia uma pequena festa no escritório —, os novos funcionários tinham de tomar a “pílula de troca de sexo” da empresa e aparecer no trabalho pertencendo ao sexo oposto.

Era apenas uma pegadinha, mas Henrique, querendo se enturmar, acreditou. Na noite anterior, tomou a droga antes de dormir. Acordou no dia seguinte como garota. Pegou roupas emprestadas da irmã mais nova e foi para a empresa.

Ao chegar, entre gargalhadas da recepcionista, descobriu que haviam mentido para ele — e que não era a primeira vez que faziam isso com funcionários novos.

Morrendo de vergonha, foi direto para a mesa e enterrou a cara no trabalho, torcendo para que o dia passasse logo.

A parte da festa era real. Henrique resolveu ficar ao menos para marcar presença e mostrar que aceitava brincadeiras.

Em certo momento, Ugo — um dos que o havia enganado — se aproximou. Pediu desculpas pela pegadinha e lhe trouxe um drink. Os dois conversaram, tomaram mais algumas bebidas e, de repente, Henrique sentiu a mão quente do homem deslizando por sua coxa lisa por baixo da mesa.

Por um instante ele ignorou, mas logo a mão começou a acariciar sua perna, subindo cada vez mais, indo em direção ao meio das coxas. Henrique sentiu arrepios e algo diferente acontecendo com o corpo. Estava ficando excitado.

Assustado ao perceber o que sentia, pediu licença de repente e correu para o banheiro. Lá dentro, olhava-se no espelho tentando entender o que estava acontecendo, quando Ugo surgiu atrás dele. Percebendo o efeito que havia causado, Ugo o beijou. Henrique não resistiu e correspondeu.

Pouco depois, Ugo tirou a roupa, arrancou a calcinha dele e o penetrou com força. Depois de terem gozado — Ugo uma vez, Henrique três —, voltaram para a festa.

Os dois combinaram se encontrar no fim de semana. Henrique tomou mais doses da droga para continuar mulher e sair com seu novo amigo e amante.

Na segunda-feira tudo parecia normal. De volta ao seu sexo de nascença, Henrique sentia que algo tinha mudado irreversivelmente dentro dele. Não se sentia mais bem daquele jeito.

Depois de algumas conversas com o diretor da empresa, certo dia ele tomou a versão permanente da droga e apareceu no trabalho como Erica. Ficaria algum tempo com Ugo, depois teria casos com outros rapazes, até entrar num relacionamento sério com um dos clientes da empresa. Um rico empresário com quem um dia se casaria.

domingo, 1 de fevereiro de 2026



— O que foi? Por que vocês estão me olhando desse jeito?

— Nada, Luís. É que ver a Sheila… quer dizer, você agindo assim…
— Eu sei. É estranho, né? Mas a terapeuta disse que a troca temporária de corpos seria a melhor forma de resolver os nossos problemas no casamento. Ela também falou que eu deveria, mesmo estando no corpo dela, manter minha rotina normal. É uma maneira de perceber como as coisas são diferentes e entender por que ela não pode ser exatamente como eu gostaria que fosse. Por isso, eu vou preparar o churrasco como de costume, enquanto a Sheila passa o dia com as amigas dela.
— Faz sentido, Luís.

Luís sabia muito bem que, na verdade, os amigos estavam olhando para o bumbum da esposa — agora o seu bumbum. Mas, curiosamente, isso não o incomodou. Pelo contrário: estando naquele corpo, o fato de chamar a atenção dos colegas o fazia sentir-se bem. Era bom para o ego dele.

Mais tarde, resolveu colocar um dos biquínis da esposa e dar um mergulho na piscina. Passou a provocar ainda mais os amigos, deixou os rapazes sem graça e deu até para notar um deles tentando disfarçar uma ereção. Luís só não imaginava que a brincadeira iria longe demais.

Depois do churrasco, muita cerveja e provocações, Luís e dois de seus amigos acabariam no quarto do casal. A esposa, que chegou sem que eles percebessem, viu o que acontecia por uma fresta da porta, saiu de casa sem dizer nada e não voltou mais.

Luís receberia uma mensagem dela à noite, dizendo que o casamento havia acabado. Disse também que, depois do que viu — o que o marido fizera usando o seu corpo —, ela não o queria mais de volta. Luís ficaria definitivamente no corpo da mulher.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

 






Jorge e Amélia eram casados havia oito anos, e tudo ia bem até que ela contraiu uma terrível doença.
Já haviam tentado de tudo, sem sucesso, quando um médico surgiu com uma ideia que poderia salvar a vida da mulher: uma troca completa de DNA.

Eles aceitaram, e logo Amélia começou a se sentir melhor, mas houve um efeito colateral inesperado. Ela se transformou em um homem. Como a terapia só podia ser usada uma vez por pessoa, a mudança de Amélia era irreversível.

Antony, como ela resolveu se chamar, era um homem alto e forte. Jorge e ele continuaram dividindo a mesma casa. Chegaram a tentar algum tipo de relação, mas não deu certo. Tanto Jorge quanto Antony eram heterossexuais. Mesmo assim, ainda se amavam como pessoas e sentiam falta um do outro.

Quando estavam prestes a se separar e cada um seguir o seu caminho, Jorge tomou uma decisão para manter o casamento: passar por uma terapia genética semelhante, mas para mudar seu sexo para feminino.

Após alguns dias, Antony foi buscar o ex-marido no hospital. Ele ficou chocado com a nova aparência de Jorge.

— Nossa, você… está linda! — disse Antony.
— Obrigada. Eu não esperava mudar tanto. Principalmente não imaginei que teria… isso — disse, apontando para os seios.
— Eles são grandes mesmo. Mas não se preocupe, você vai aprender a gostar deles. Muitas mulheres fariam qualquer coisa para ter um par assim.
— Até que são bonitinhos.
— Mas como você se sente?
— Bem. O lado bom é que não preciso mais usar óculos. O ruim é que agora tenho um metro e sessenta e quatro, essas bolas no peito e uma xana entre as pernas.
— Bem, foi o que você decidiu, não é mesmo? E eu te amo por isso.
— Sim. E não me arrependo. Só precisamos ir devagar.
— Claro. Para começar, você vai precisar de roupas. Achei que poderia usar as que eram minhas, mas suas medidas são bem diferentes. Eu poderia te ajudar a escolher, mas é melhor chamar minhas amigas para te ajudarem. Um homem escolhendo roupas e entrando no provador pareceria estranho. Melhor ir com outras meninas.
— “Outras meninas” ainda é estranho de ouvir. Mas é o que eu sou agora, né?

— Sim. Uma linda garota… e a minha mulher! 

quarta-feira, 28 de janeiro de 2026



 — Nossa! Você é bem mais bonita do que a que a agência mandou da última vez. Qual o seu nome, garota?

— É Ro... Cristina.

— O meu é Guilherme. Olha, eu e os meus amigos demos uma festa ontem, vai ter que limpar bem essa cozinha e a sala. Ah, e o quarto principal também tá bem bagunçado por causa das duas gatas que dormiram comigo ontem. Então, Cristina, mexe esse corpinho lindo e dá um jeito na minha casa.

— Sim, senhor.

Cristina, na verdade, era Ronaldo. Um rapaz com muita grana e uma vida de playboy bem parecida com a de Guilherme. Até que um dia ele mexeu com a pessoa errada.

Ronaldo havia seduzido Cristina — a garota que ele mesmo contratou para limpar sua casa —, levou-a para a cama e, depois, humilhou-a sem o mínimo de consideração, mandando-a embora como se ela não valesse nada.

O que Ronaldo não sabia era que a garota era uma bruxa. Para castigá-lo e fazê-lo aprender uma lição, ela trocou os corpos dos dois.

Agora, se ele quisesse voltar a ser quem era, teria de assumir completamente a vida dela: trabalhar como faxineira por seis meses. Se fizesse tudo direitinho, Cristina desfaria a troca.

Não era fácil para Ronaldo. Ele estava acostumado a viver no topo da cadeia alimentar social — um homem rico que podia ter e fazer tudo o que quisesse. Era invejado pelos outros caras e desejado pelas mulheres.

Agora? Uma garota. Uma simples faxineira. Tendo de se submeter a caras como Guilherme. Caras come ele mesmo era a pouco tempo atrás.