sexta-feira, 13 de fevereiro de 2026


 

-Laura? O que faz na minha sala?

-Não Albert. Sou eu, o Harold. Você planejou me tirar do board da empresa, vendendo a ideia de que precisamos de, como se diz “diversidade”. Convenceu os acionistas de que ter uma mulher seria melhor para a imagem da corporacao. Quase conseguiu o que queria, mas eu fui mais esperto: Convenci a minha secretária Laura a trocar de corpo comigo. Fomos até uma destas novas clínicas e aqui estou eu. Seu plano fracassou e continuarei tomando as decisões por aqui.

-Você é mesmo maluco. Virar mulher para não abrir mão do poder. Como teve coragem?

-Bem, certo nível de poder é melhor do que o sexo. Se bem que já percebi que o prazer não vai ser um problema estando neste corpo. 

-Mas o que pretende fazer agora?

-Bom, assim que me re-introduzir aos acionistas, vou pedir que você seja removido. Nunca mais vai pisar neste escritório.

-Vai mesmo? Mas como fará isso Laura?

-O que quer dizer?

-Achou que eu não ficaria sabendo? Tenho uma escuta no seu escritório, e soube do seu plano assim que falou com a sua secretária.

-Sei... Mas isso não muda nada.

-É aí que se engana. Convenci a Laura a negar a troca, prometendo um corpo jovem e mais bonito no futuro, além de muita grana. Também paguei para apagarem os registros da troca na clínica. Ninguem tem como saber que é você aí neste corpo. Se tentar convencer os acionistas eu chamo a Laura em seu corpo para negar tudo, e acharão que é apenas uma maluca.

-Mas-mas... não pode.

-Posso sim. Aliás, eu transferi a Laura, ou melhor você para o meu escritório. Será a minha secretária daqui pra frente. Por falar nisso melhore a sua postura, e amanhã venha com roupas mais adequadas. Sabe que a norma aqui é que secretárias executivas usem apenas vestdos e saias. Entendeu Laura?

-..Sim.

-Sim o quê?

-Sim s-senhor.

-Ótimo. Boa garota. Agora suma da minha frente e apareça amanha no horário.


— Ei! Quem é você?

— Oi, Luís. Não me reconhece não? Sou eu, o Marcelo! — Ma… Não pode ser! Você usou… — Sim! Testei a droga em mim mesmo e funcionou! — Mas você não podia ter feito isso. Podia ter morrido, cara. — Eu sei, eu sei… Mas depois daquela reunião de ontem eu não tive escolha. O diretor do laboratório não entende nossa ideia de jeito nenhum. Ficou repetindo que mudança morfo-genética desse nível é impossível. Quando ele disse que ia cancelar o projeto e mandar a gente abandonar tudo, só restou uma saída: provar na prática. Agora ele vai ter que engolir e ainda aumentar a nossa verba. — Você tá completamente louco. E a sua noiva? O que ela achou disso tudo? — Bom… ela ficou puta da vida no começo. Mas eu expliquei que era temporário, que a gente ia ficar muito rico e que era pela nossa pesquisa. No final ela acabou aceitando. Até me ajudou a escolher roupa, maquiagem, essas coisas. — Caramba… É difícil acreditar que você agora é mulher. Aliás… e quanto ao… — Ao que eu tenho entre as pernas? Agora sou dona de uma vagina perfeita. Sério, ela é tããão bonitinha. — … — Por falar nisso… que tal irmos até o banheiro rapidinho? Eu te mostro. — S-sério? — Uhum. — … Tá bem.

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2026




Jovem e com apenas a experiência do trabalho na padaria do tio, Pedro estava com dificuldades para arranjar emprego. Para piorar, as políticas de contratação priorizavam mulheres nas grandes empresas.

Certo dia, olhando-se no espelho — magro e com os cabelos sem cortar havia muito tempo — Pedro teve uma ideia maluca: e se, temporariamente, ele se passasse por uma garota, só até a situação melhorar?

Buscando na deep web, não foi difícil encomendar documentos falsos. Eram quase idênticos aos seus originais — histórico escolar, nome dos pais, tudo igual — com a diferença de que ele agora se chamava Jéssica e constava como tendo nascido mulher.

Não demorou muito para que Pedro, ou melhor, Jéssica, conseguisse sua primeira entrevista. Logo veio a confirmação: estava empregada.

Nos primeiros dias, vivia com medo. Medo de que alguém descobrisse seu segredo, de ser humilhado ou até processado por usar documentos falsos. Mas nada disso aconteceu. Todos tratavam Jéssica como uma garota comum, apenas um pouco tímida.

O trabalho não era difícil, especialmente se comparado ao esforço de manter sua falsa identidade. Distraído, Pedro chegou a entrar no banheiro masculino, só percebendo o erro quando um colega o avisou de que estava no lugar errado. Às vezes também deixava escapar sua voz mais grave e, ao notar, fingia estar com problemas na garganta. Por isso, decidiu permanecer como mulher o tempo todo — inclusive à noite e nos fins de semana — para reforçar seu comportamento.

Quando o verão chegou, os enchimentos e a cinta modeladora tornaram-se quase insuportáveis por causa do calor. Pedro recorreu novamente à deep web e comprou um kit de tratamento hormonal que prometia resultados rápidos. E, surpreendentemente, funcionou. Ao contrário dos tratamentos convencionais, que levariam anos, em poucas semanas Pedro já não precisava mais dos acessórios.

Sua cintura afinou, os quadris ficaram mais largos, o corpo ganhou novas curvas e pequenos seios começaram a se formar. A pele e os cabelos melhoraram, e seu rosto adquiriu traços mais suaves. Ao se olhar no espelho, Pedro percebeu que gostava da imagem que via. Na verdade, estava gostando de ser mulher — de se vestir como tal e de ser tratada assim. Aquilo o fazia feliz.

Certo dia, aceitou o convite de Anderson, um colega de trabalho, para um happy hour depois do expediente. Beberam, conversaram e riram bastante. Anderson a acompanhou até a porta do apartamento e, ao se despedirem, surpreendeu Jéssica com um beijo. Ela ficou sem reação.

Pedro ficou confuso, pois sentiu algo diferente. Uma parte de si havia gostado daquele beijo. Alguns dias depois, saiu novamente com Anderson, dizendo a si mesmo que era apenas para esclarecer seus sentimentos. Desta vez houve mais beijos e carícias dentro do carro. Por pouco o segredo de Jéssica não foi revelado. Assustado com o risco, Pedro decidiu se afastar do colega. Gostava dele, mas não podia se expor.

Logo vieram as férias, e Pedro tomou uma decisão importante. Viajou para a Tailândia e, após algumas cirurgias, voltou diferente. Já não possuía mais características físicas masculinas. Agora era, fisicamente, uma mulher.

Anderson mal pôde acreditar quando Jéssica o chamou para sair novamente. Naquela noite, foram para um motel, onde ela finalmente viveu plenamente sua nova realidade — e descobriu que estava feliz. Pouco tempo depois, os dois começaram a namorar.

Para Jéssica, a lembrança de Pedro tornava-se cada vez mais distante, quase como um sonho antigo. Ser homem agora lhe parecia algo estranho, incompatível com quem havia se tornado. Às vezes se perguntava como teria sido sua vida se não tivesse tomado aquela decisão — mas tinha certeza de que se tornar mulher foi a melhor escolha que fez.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

 

Jonatan era médico, pesquisador e diretor daquele hospital.

Ele estava desenvolvendo um tratamento revolucionário para acelerar a regeneração de tecidos, ativando partes adormecidas do DNA humano que permitiriam ao corpo reconstruir órgãos danificados — da mesma forma que o rabo de uma lagartixa cresce novamente depois de ser perdido.

Em um teste arriscado, Jonatan aplicou a substância em si mesmo. Fez um corte controlado no dedo e injetou a droga. Para sua surpresa e satisfação inicial, o corte cicatrizou completamente em poucos minutos. Porém, pouco depois, ele começou a se sentir muito mal: veio uma febre alta, calafrios intensos e, finalmente, desmaiou. Ficou inconsciente por dois dias inteiros.

Ao acordar, descobriu que seu corpo havia mudado por completo. Jonatan não era mais homem. Havia se tornado uma mulher.

Para continuar tendo acesso ao hospital e, principalmente, ao laboratório secreto no subsolo — onde guardava todos os dados e amostras do projeto —, ele decidiu se disfarçar. Criou a identidade de Marcela, uma enfermeira recém-contratada. O plano era simples: manter o segredo, agir como uma das garotas e trabalhar na reversão da transformação até voltar a ser homem.

O trabalho em si, como enfermeira, não era difícil para ele. Anos de medicina facilitavam muito as tarefas técnicas. O complicado mesmo era lidar com tudo o mais.

O novo papel social.

O assédio frequente dos homens — que agora o incluía até mesmo um médico que antes era seu amigo próximo. O mesmo homem que dividia cervejas e falava de casos com garotas agora o olhava como se Marcela fosse um pedaço suculento de carne.

O que mais o perturbava, porém, não eram apenas as cantadas insistentes do colega.

Era o fato de que, a cada dia que passava, estava ficando cada vez mais difícil resistir a elas.




 Ricardo se esforçava para acreditar que aquela pessoa no espelho era ele. O homem não aceitava o fato de estar ficando velho, então, quando viu o anúncio de um tratamento experimental de rejuvenescimento, imediatamente se voluntariou.

Os próprios médicos não esperavam grande coisa — apenas uma leve diminuição das rugas e uma melhora na disposição dos pacientes. Mas, de repente, as mudanças começaram e foram muito além das expectativas.

O corpo de Ricardo começou a mudar rápido e de forma drástica. Não era apenas a pele: a aparência geral, os órgãos internos e até o tamanho do corpo estavam se transformando. O homem quase surtou quando os médicos informaram que, além de estar ficando muito mais jovem, ele também estava mudando de sexo. Rejuvenescer era algo que ele desejava profundamente, mas nunca quis ser mulher. Isso o deixou apavorado e, logo depois, furioso. Pelo menos no começo.

Não queria admitir de cara, mas ele começou a gostar da sua nova forma. Além disso, sentia-se melhor a cada semana: mais vitalidade, mais energia, mais leveza e alegria.

As mudanças desaceleraram e finalmente pararam quando ele aparentava ser uma mocinha adolescente — uns quarenta anos mais jovem do que era originalmente e completamente do sexo feminino. Olhando-se no espelho, ele pensava que poderia ser a própria filha agora. Na verdade, era até mais jovem que Karina, sua filha de verdade.

Ricardo se mudou para a casa da ex-esposa, e agora ela e Karina o ajudavam a se adaptar à nova realidade. Era como se fossem sua mãe e sua irmã mais velha.

As duas inclusive o ajudaram a escolher um novo nome, já que “Ricardo” não serviria mais: Liliane passou a ser seu nome. Liliane, ou Lili, como os amigos a chamavam.

Lili começou a explorar sua sexualidade. Logo percebeu que achava os homens interessantes — agora que estava do outro lado. Ao confessar isso para a agora irmã Karina, a garota ficou super feliz. Dias depois, arranjou um encontro para ela com o melhor amigo do namorado.

Agora Lili estava prestes a se arrumar para sair pela primeira vez com um rapaz. Estava ansiosa e insegura, mas ao mesmo tempo excitada com o novo mundo que estava prestes a conhecer.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026



—Por favor senhor policial, eu não sei de nada. Não tenho nada a ver com venda de drogas.

—Moça, estamos vigiando o Nilson há semanas. Ele estava comprando da boca local e vendendo nas baladas que frequenta. Só não tínhamos visto você por aqui antes.

—É porque eu nem conheço ele direito. É a primeira vez aqui, por isso nunca me viram antes.

—Então não sabia da droga?

—Não. Por favor me deixe ir.

Na verdade a garota aflita é o próprio Nilson. Ele tinha começado a vender droga para pagar as contas, e o traficante ofereceu algo novo. Segundo ele era uma droga da Ásia, que transformava um homem em mulher em minutos.

Nilson nunca havia pensado em usar aquilo, mas quando viu a casa cercada e ele prestes a ser preso resolveu arriscar.

Em alguns minutos ele havia se transformado em mulher. Então vestiu roupas que sua ex deixara lá, pouco antes da sua porta ser arrombada pela polícia.


-Bem, o Nilson não está aqui mas você foi pega com drogas no apartamento. Acredito que é inocente, mas vou ter de te prender. A não ser que queira... negociar. -Por favor, não me prenda. Eu faço... qualquer coisa. Nilson com seu novo corpo de mulher não podia acreditar no que acontecia. O policial o colocou de quatro no sofá, levantou o vestido e baixou a sua calcinha. Sem esitar ele penetrou forte em sua vagina. O homem socava com força e ainda para aumentar a sensação enfiava os dedos em seu ânus. Nilson gosou forte mais de uma vez, até que o policial gosou em sua vagina. Em seguida limpou o pênis no vestido e foi embora. Nilson estava confuso e envergonhado, mas aquela não seria a última vez. A droga era de efeito permanente e ele ficaria como mulher. O policial o visitaria mais vezes, deixando algum dinheiro para as suas despesas. Depois de algumas visitas, Nilson estaria ansioso pela volta daquele que iria prende-lo e acabou se tornando seu amante.