Fantasias Transexuais
Este blog é dedicado a fantasias sobre o tema troca de sexo, através de fotos com texto (captions), quadrinhos e histórias.
segunda-feira, 5 de janeiro de 2026
— Jessica, eu consegui! Estou fazendo xixi como mulher!
Gritei do banheiro para Jessica, que estava do outro lado da porta. Para ela, não era nada demais, mas para mim era a primeira vez — depois que nós dois voltamos da clínica de troca de corpos.
Eu sempre quis saber como era ser mulher. Com a criação das clínicas que realizavam esse procedimento, bastou encontrar uma garota que quisesse o mesmo e aceitasse ficar no meu corpo de homem por um tempo.
Jessica era amiga da minha irmã. Eu me lembrei de um jantar em que ela se queixava de ser mulher e dizia que, se houvesse próxima encarnação, queria voltar como homem.
As duas já haviam perdido o contato, mas consegui encontrá-la pelas redes sociais. Conversamos bastante e, depois de um tempo, ela topou a experiência.
— É bem esquisito... sentir o xixi escorrendo de dentro de mim, sem ter um pênis ali.
— Tenha certeza de que vai experimentar muitas coisas estranhas a partir de agora. Vai ter que aprender a se maquiar, usar sutiã, lidar com homens te cantando na rua como se você fosse um pedaço de carne. Ah, e logo vai ter que enfiar um OB na sua xerequinha por causa da menstruação.
Acho que eu deveria estar com medo, mas não estava. Até a menstruação me daria certo orgulho, porque é algo que só uma mulher de verdade pode passar. Quanto aos homens... bem, digamos que um OB não é a única coisa que eu quero experimentar dentro de mim. Só de imaginar, já sinto algo diferente.
domingo, 4 de janeiro de 2026
Antes de sair, dei uma última olhada no espelho do banheiro. Era a primeira vez que eu estava completamente produzida como mulher: depilação, cabelo, maquiagem, lingerie e vestido. Gostei do que vi, o que foi um alívio. Na verdade, eu esperava me sentir desconfortável ou até ridícula.
Nunca tinha planejado isso. Eu era um homem comum de quarenta anos, com um problema de ereção precoce. Estava com dificuldade para manter ereções.
Em vez de recorrer ao método tradicional da famosa pílula azul, segui a sugestão do meu médico. Ele me falou de um estudo que prometia regenerar as glândulas, fazendo o corpo produzir hormônios naturalmente novamente. A promessa era recuperar a libido e a vitalidade de um adolescente.
Comecei a tomar as pílulas que me deram e, em poucos dias, senti a pele mais jovem, macia e brilhante. Isso me deixou com uma aparência mais nova e bastante empolgado.
Logo notei que não precisava mais me barbear todos os dias, minha voz ficou mais aguda e meus mamilos estavam bem mais sensíveis.
Semanas depois, as mudanças se tornaram mais evidentes: a gordura do meu corpo foi redistribuída para o bumbum e as coxas. Além disso, meu peito ficou inchado, parecendo até que eu tinha peitinhos de adolescente. Quando pensei isso em voz alta, soube que precisava procurar a clínica imediatamente.
Quando me apresentei, o médico ficou assustado. Fizeram uma bateria completa de exames na hora, e veio o resultado: minhas glândulas agora eram femininas e estavam inundando meu corpo com estrogênio.
A causa foi um erro nos controles do estudo. Na verdade, eu deveria ter recebido placebo — pílulas sem nenhum efeito. Mas, por falha no sistema, recebi o tratamento experimental feminino, destinado a rejuvenescer mulheres na menopausa.
Não era possível desfazer o que a droga já havia causado. Além das mudanças na aparência, a alteração no fluxo sanguíneo transformou meu pênis em tecido morto, que precisaria ser removido.
O médico me deu duas opções: parar o tratamento e começar a tomar testosterona. Isso não resolveria tudo, mas me deixaria menos feminino — eu nunca voltaria a ser o homem que fui. A segunda opção era continuar por mais algumas semanas e completar o processo. Essa seria a alternativa muito mais saudável para o meu corpo, e eu terminaria como uma pessoa completa: uma mulher.
Pensei por alguns dias e escolhi a segunda opção. Nunca tinha desejado ser mulher, mas era melhor ser uma mulher completa do que quase um homem. Uma cirurgia removeu meu pênis, revelando a nova vagina. Meus testículos, que agora funcionavam como ovários, foram reposicionados dentro de mim, onde logo começaram a desempenhar sua nova função.
Ao sair do hospital e voltar para casa, minha irmã mais nova veio morar comigo temporariamente. Ela me ajudou não só na recuperação física, mas me ensinou desde o básico tudo o que uma mulher precisa saber. Nos tornamos muito mais próximas, e hoje posso dizer que somos melhores amigas.
Hoje é o dia do teste final, a conclusão do meu “treinamento” para ser garota. Eu e minha irmã vamos sair para uma balada. Vamos beber, dançar e fazer amizades.
Ela me deu dicas de como lidar com os homens, porque, segundo ela, com a minha aparência eles vão cair em cima. Me ensinou como afastar um cara chato que esteja importunando e também como permitir que algum deles se aproxime. Fiquei sem graça, e ela disse para eu manter a mente aberta e lembrar do que sou agora: uma mulher bonita e gostosa e que tinha o direito de provar como é estar com um homem.
Ela tinha razão. Depois de tudo o que eu passei, merecia explorar tudo o que minha nova realidade me trazia.
sexta-feira, 2 de janeiro de 2026
Hoje acontece a festa de final de ano da empresa. A primeira desde o acidente que me colocou neste corpo de mulher.
Eu não planejava ir, mas a minha esposa... quero dizer, a Laura, me fez mudar de ideia. Ela disse que, como CEO, eu não poderia deixar de comparecer, até para provar que tudo estava normal e transmitir confiança aos funcionários, independentemente do fato de agora eu ser mulher.
Laura também me fez trocar de roupa e, em vez do terno que eu vinha usando, vestir um dos vestidos dela. Um preto, curto e justo, que me fez sentir praticamente pelado.
Era a minha primeira vez usando algo tão feminino, com tanta pele exposta e sentindo o vento nas pernas... e entre elas.
Bem, já está em cima da hora. Tarde demais para ficar pensando ou mudar de ideia.
Ela já chamou um Uber, e logo estarei encontrando os meus funcionários desse jeito. Vai ser bem estranho.
Imagino o que o Oscar, o diretor financeiro, vai dizer quando me vir. Ele vem fazendo uns elogios sobre a minha nova aparência.
Outro dia ele veio se abrir comigo, contando sobre a separação da esposa e que estava precisando encontrar alguém.
Eu lhe dei uns conselhos e disse que logo ele acharia uma mulher legal e que, quando encontrasse, não deveria desistir.
Depois de alguns minutos na festa, eu relaxei. Vi as outras mulheres todas super produzidas, a maioria com vestidos curtos. De repente, me senti... normal.
Eu estava em uma rodinha falando de coisas chatas do trabalho. Alguns puxa-sacos tentavam chamar minha atenção, claramente em busca de futuras oportunidades, quando o Oscar chegou.
Percebendo minha situação, ele inventou um pretexto — um assunto urgente — e me tirou dali para outro canto da festa.
Foi um alívio, porque a conversa com ele era bem mais descontraída e engraçada. Ele me fazia rir, e toda vez que via meu copo vazio, tratava de enchê-lo novamente.
No meio da noite, quando a festa começou a esvaziar, ele se ofereceu para me dar uma carona.
No caminho, perguntou se eu topava tomar uma saideira no apartamento dele. Sem pensar muito, respondi que sim, sem me dar conta do que isso realmente significava.
Ele abriu um vinho e ficamos conversando um pouco mais. Em certo momento, ele se aproximou, olhou nos meus olhos e disse o quanto eu estava linda. Naquele instante, percebi o que estava prestes a acontecer e tentei frear:
— Oscar, você é um cara incrível, mas sabe quem eu sou e que não pode rolar nada entre a gente, né?
— Sei sim — ele respondeu —, mas vou seguir o conselho de uma amiga. Ela me disse que, se eu encontrasse uma mulher como você, eu não deveria desistir...
Foram as últimas palavras dele antes de me beijar. Algo aconteceu comigo: não consegui reagir. Pelo contrário, retribuí. Aquele foi o beijo mais gostoso que eu já tinha provado.
Terminei na cama com ele. E aquela seria apenas a primeira vez.
Não demorou muito para que eu me mudasse para aquele apartamento. Me tornei a namorada do Oscar e, um ano depois, sua esposa.
quarta-feira, 31 de dezembro de 2025
Havia acabado de dar meia-noite do dia 31 de dezembro. Eu e meu amigo Celso estávamos comemorando juntos, só nós dois, porque estávamos solteiros e nossas famílias moravam em outra cidade.
Conversávamos sobre os desejos para o ano novo. Eu disse que o meu era ter um corpo melhor — afinal, eu estava acima do peso há tempos. Celso confessou que o dele era ter uma namorada: alguém bonita, que gostasse dele de verdade.
Tomamos um gole de champanhe. Assim que engoli, senti que havia algo errado com a bebida. Meu corpo inteiro começou a tremer, uma tontura estranha me invadiu e o mundo girou por um instante. Achei que ia vomitar e corri para o banheiro.
Mas o que aconteceu lá dentro foi inacreditável.
Senti o banheiro crescer ao meu redor. Não: era eu que estava encolhendo. Minha barriga desapareceu em segundos, o abdômen ficou reto e definido. Pensei: “Meu desejo está sendo atendido, estou perdendo peso!”. Mas era muito mais do que isso.
Meus cabelos cresceram rapidamente, caindo em ondas macias sobre os ombros. Meu corpo mudou de forma: quadris alargaram, cintura afinou, curvas surgiram onde nunca existiram. Senti um movimento estranho entre as pernas. Meu pênis encolhia, encolhia… Tentei segurá-lo com desespero, mas ele foi sugado para dentro do meu corpo, deixando apenas uma fenda delicada e sensível no lugar. Uma vagina.
Por fim, as roupas largas que eu usava se transformaram sozinhas. Em poucos segundos, eu vestia um vestido longo, sapatos de salto alto e joias.
Eu estava apavorado, sem saber o que fazer, quando Celso bateu na porta:
— Está tudo bem aí?
Abri a porta devagar. Ele me olhou com preocupação, mas não com o choque que eu esperava. Não havia surpresa nenhuma no rosto dele.
— Celso… alguma coisa aconteceu. Você não está notando nada estranho?
— Não. Por quê?
Naquele momento pensei que talvez tudo fosse uma alucinação. Que a transformação não era real.
— É que… para mim eu estou diferente.
— Não sei do que você está falando. Deu meia-noite, você tomou um gole de champanhe e correu para o banheiro. Achei que estava passando mal, Fabiana.
— É que... F-Fabiana?
— Tá tudo bem, amor? Você está estranha.
Celso se aproximou e me abraçou. Ele agora era bem mais alto do que eu. Seus braços me envolviam com firmeza e, pela primeira vez, me senti pequeno, protegido. Seu olhar tinha um brilho diferente — terno, apaixonado. Estranho… mas ao mesmo tempo tão bom. Confortável. Seguro.
Estava claro que ele não se lembrava de mim como um homem, então decidi seguir o fluxo, pelo menos até entender o que tinha acontecido.
— S-sim… estou bem.
— Mas faltou uma coisa — ele disse, sorrindo. — Algo que a gente deveria ter feito bem na meia-noite, antes de você correr para o banheiro.
— O quê?
Sem esperar resposta, Celso me beijou. Foi um beijo longo, quente, intenso. Meu corpo inteiro derreteu nos braços dele. Naquele momento, algo dentro de mim se encaixou perfeitamente. Eu era mesmo uma mulher. E pertencia a ele.
Dividimos a cama naquela noite. Foi mágico. Carinhoso, intenso, perfeito. Estamos juntos desde então.
Desisti de tentar entender como tudo aconteceu. Só sei que estou feliz assim: com meu novo corpo, meu novo sexo e meu novo namorado.
Osvaldo se olhou no espelho ao chegar em casa e odiou ainda mais o corpo em que estava agora. Ele, um homem de 65 anos, preso no corpo de uma prostituta de 29: seios gigantes, bunda avantajada e lábios com preenchimento exagerado.
Tudo começara quando fora atropelado por um ônibus ao atravessar a rua. O corpo original ficou inviável, e o seguro de vida lhe dava direito a um transplante corporal. Como não era o melhor plano, porém, ele teve de aceitar o que estivesse disponível no hospital — e o disponível era o daquela garota.
Logo de cara se sentiu humilhado ao sair em público. Chamava atenção de todos, especialmente dos homens. As costas doíam constantemente pelo peso que carregava no peito, e, para completar, os únicos sapatos que a garota possuía eram de salto alto, que machucavam seus pés delicados.
Dias depois, procurou um cirurgião plástico que poderia remover os implantes e reduzir os lábios. O preço, porém, era alto. Alto demais para quem vivia de uma aposentadoria modesta.
Osvaldo chegou então a uma conclusão inevitável: se quisesse se livrar daquela aparência de boneca inflável, teria primeiro de usar o próprio corpo para levantar dinheiro.
Não foi difícil arranjar emprego num clube de strip-tease. Lá, começou a ganhar um bom dinheiro.
O fato é que, enquanto juntava para as cirurgias, ele foi se acostumando com a aparência. E com as vantagens que uma mulher voluptuosa possuía.
Quando finalmente tinha a quantia necessária para as operações, decidiu que compraria um carro novo e... esperaria mais um pouco.
Na concessionária, enquanto o vendedor explicava os acessórios opcionais, chegou a vez dos airbags.
— E os airbags, senhorita deseja quantos?
Osvaldo olhou para baixo, para os seios enormes, fez uma careta engraçada e respondeu:
— Acho que já venho com dois bem grandes de fábrica.
Os dois caíram na gargalhada.
Antes de sair com o carro novo, o vendedor entregou um cartão.
— Aqui, moça. Se tiver qualquer problema, estes são os telefones de contato. No verso está o meu celular pessoal.
— O seu celular? Posso ligar direto se der algum defeito?
— Claro. Mas não precisa ser só por causa do carro. Se quiser jantar comigo qualquer dia, pode ligar também.
Osvaldo sorriu, guardou o cartão e agradeceu. Mais tarde, em casa, pensaria no convite... e ligaria para o rapaz. Os dois passariam a noite seguinte em um motel.
A partir daquele dia, passou realmente a gostar do novo corpo. E nunca mais tentou mudá-lo.
— Oi, amor — disse Cláudio, entrando em casa naquela noite.
— Mas... Não acredito! Cláudio, você fez mesmo?! — disse Vera, a esposa.
— Sim, querida. Como eu te disse de manhã, meu chefe não aceita um “não” como resposta.
— Que droga, Cláudio! Você trabalhar nos finais de semana e à noite eu até aceito. Mas virar mulher já é demais!
— Eu sei. Me desculpe, mas o Sr. Francisco insistiu. Como reclamaram que a nossa empresa tem poucas mulheres em cargos de liderança, se eu me apresentar na convenção nacional de vendas como mulher, isso vai ajudar a melhorar a imagem da corporação.
— E não podiam pedir para qualquer outra mulher fazer isso?
— Não com o meu conhecimento. Olha, é só por uma semana e eu prometo te compensar. Assim que eu voltar da clínica na semana que vem, já como homem novamente, a gente tira uns dias de férias. Que tal?
— Não sei, Cláudio. Só sei que vou pra casa da minha mãe.
— Mas por quê?
— Por quê? Você acha que eu vou passar a semana te vendo assim pela casa? Nem pensar. Só volto quando o meu marido estiver de volta.
— Tá bem...
Mais tarde, já sozinho em casa, Cláudio se preparava para dormir quando decidiu pegar um pijama da esposa emprestado.
Ao vasculhar o guarda-roupa dela, ele encontrou, sem querer, no fundo de uma gaveta, um brinquedo que não sabia que Vera possuía. Examinou-o com curiosidade, deu uma risadinha e o deixou no lugar.
Pouco depois, porém, a curiosidade falou mais alto. Um desejo irresistível de experimentar algo novo tomou conta dele.
Cláudio pegou o vibrador, ligou-o e, primeiro, passou-o suavemente sobre os seios. O corpo feminino reagiu imediatamente. Deitou-se na cama e foi descendo o objeto devagar, traçando um caminho pela barriga até chegar à virilha.
Com a respiração já ofegante, ele soltou um gemido involuntário.
Começou então a esfregar o vibrador no clitóris, em movimentos circulares, enquanto aos poucos o introduzia na vagina.
Não demorou muito. Cláudio arqueou o corpo e deixou escapar um gemido alto e agudo ao sentir o primeiro orgasmo como mulher — intenso, profundo, completamente diferente de tudo que conhecia.
A brincadeira se repetiu mais algumas vezes naquela noite. E, para sua própria surpresa, Cláudio estava gostando daquele corpo muito mais do que esperava.
Deitado ali, ainda ofegante, ele se pegou imaginando como seria estar com um homem. Se teria coragem de trair Vera para saciar aquela curiosidade que agora crescia dentro dele.