terça-feira, 10 de fevereiro de 2026

 

Jonatan era médico, pesquisador e diretor daquele hospital.

Ele estava desenvolvendo um tratamento revolucionário para acelerar a regeneração de tecidos, ativando partes adormecidas do DNA humano que permitiriam ao corpo reconstruir órgãos danificados — da mesma forma que o rabo de uma lagartixa cresce novamente depois de ser perdido.

Em um teste arriscado, Jonatan aplicou a substância em si mesmo. Fez um corte controlado no dedo e injetou a droga. Para sua surpresa e satisfação inicial, o corte cicatrizou completamente em poucos minutos. Porém, pouco depois, ele começou a se sentir muito mal: veio uma febre alta, calafrios intensos e, finalmente, desmaiou. Ficou inconsciente por dois dias inteiros.

Ao acordar, descobriu que seu corpo havia mudado por completo. Jonatan não era mais homem. Havia se tornado uma mulher.

Para continuar tendo acesso ao hospital e, principalmente, ao laboratório secreto no subsolo — onde guardava todos os dados e amostras do projeto —, ele decidiu se disfarçar. Criou a identidade de Marcela, uma enfermeira recém-contratada. O plano era simples: manter o segredo, agir como uma das garotas e trabalhar na reversão da transformação até voltar a ser homem.

O trabalho em si, como enfermeira, não era difícil para ele. Anos de medicina facilitavam muito as tarefas técnicas. O complicado mesmo era lidar com tudo o mais.

O novo papel social.

O assédio frequente dos homens — que agora o incluía até mesmo um médico que antes era seu amigo próximo. O mesmo homem que dividia cervejas e falava de casos com garotas agora o olhava como se Marcela fosse um pedaço suculento de carne.

O que mais o perturbava, porém, não eram apenas as cantadas insistentes do colega.

Era o fato de que, a cada dia que passava, estava ficando cada vez mais difícil resistir a elas.




 Ricardo se esforçava para acreditar que aquela pessoa no espelho era ele. O homem não aceitava o fato de estar ficando velho, então, quando viu o anúncio de um tratamento experimental de rejuvenescimento, imediatamente se voluntariou.

Os próprios médicos não esperavam grande coisa — apenas uma leve diminuição das rugas e uma melhora na disposição dos pacientes. Mas, de repente, as mudanças começaram e foram muito além das expectativas.

O corpo de Ricardo começou a mudar rápido e de forma drástica. Não era apenas a pele: a aparência geral, os órgãos internos e até o tamanho do corpo estavam se transformando. O homem quase surtou quando os médicos informaram que, além de estar ficando muito mais jovem, ele também estava mudando de sexo. Rejuvenescer era algo que ele desejava profundamente, mas nunca quis ser mulher. Isso o deixou apavorado e, logo depois, furioso. Pelo menos no começo.

Não queria admitir de cara, mas ele começou a gostar da sua nova forma. Além disso, sentia-se melhor a cada semana: mais vitalidade, mais energia, mais leveza e alegria.

As mudanças desaceleraram e finalmente pararam quando ele aparentava ser uma mocinha adolescente — uns quarenta anos mais jovem do que era originalmente e completamente do sexo feminino. Olhando-se no espelho, ele pensava que poderia ser a própria filha agora. Na verdade, era até mais jovem que Karina, sua filha de verdade.

Ricardo se mudou para a casa da ex-esposa, e agora ela e Karina o ajudavam a se adaptar à nova realidade. Era como se fossem sua mãe e sua irmã mais velha.

As duas inclusive o ajudaram a escolher um novo nome, já que “Ricardo” não serviria mais: Liliane passou a ser seu nome. Liliane, ou Lili, como os amigos a chamavam.

Lili começou a explorar sua sexualidade. Logo percebeu que achava os homens interessantes — agora que estava do outro lado. Ao confessar isso para a agora irmã Karina, a garota ficou super feliz. Dias depois, arranjou um encontro para ela com o melhor amigo do namorado.

Agora Lili estava prestes a se arrumar para sair pela primeira vez com um rapaz. Estava ansiosa e insegura, mas ao mesmo tempo excitada com o novo mundo que estava prestes a conhecer.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026



—Por favor senhor policial, eu não sei de nada. Não tenho nada a ver com venda de drogas.

—Moça, estamos vigiando o Nilson há semanas. Ele estava comprando da boca local e vendendo nas baladas que frequenta. Só não tínhamos visto você por aqui antes.

—É porque eu nem conheço ele direito. É a primeira vez aqui, por isso nunca me viram antes.

—Então não sabia da droga?

—Não. Por favor me deixe ir.

Na verdade a garota aflita é o próprio Nilson. Ele tinha começado a vender droga para pagar as contas, e o traficante ofereceu algo novo. Segundo ele era uma droga da Ásia, que transformava um homem em mulher em minutos.

Nilson nunca havia pensado em usar aquilo, mas quando viu a casa cercada e ele prestes a ser preso resolveu arriscar.

Em alguns minutos ele havia se transformado em mulher. Então vestiu roupas que sua ex deixara lá, pouco antes da sua porta ser arrombada pela polícia.


-Bem, o Nilson não está aqui mas você foi pega com drogas no apartamento. Acredito que é inocente, mas vou ter de te prender. A não ser que queira... negociar. -Por favor, não me prenda. Eu faço... qualquer coisa. Nilson com seu novo corpo de mulher não podia acreditar no que acontecia. O policial o colocou de quatro no sofá, levantou o vestido e baixou a sua calcinha. Sem esitar ele penetrou forte em sua vagina. O homem socava com força e ainda para aumentar a sensação enfiava os dedos em seu ânus. Nilson gosou forte mais de uma vez, até que o policial gosou em sua vagina. Em seguida limpou o pênis no vestido e foi embora. Nilson estava confuso e envergonhado, mas aquela não seria a última vez. A droga era de efeito permanente e ele ficaria como mulher. O policial o visitaria mais vezes, deixando algum dinheiro para as suas despesas. Depois de algumas visitas, Nilson estaria ansioso pela volta daquele que iria prende-lo e acabou se tornando seu amante.

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026


 

Henrique finalmente havia conseguido o emprego dos sonhos, numa multinacional do setor farmacêutico. Ele era um rapaz tímido e tentava se enturmar no novo ambiente de trabalho. Certo dia, dois colegas contaram a ele que, na última sexta-feira do mês — quando tradicionalmente se fazia uma pequena festa no escritório —, os novos funcionários tinham de tomar a “pílula de troca de sexo” da empresa e aparecer no trabalho pertencendo ao sexo oposto.

Era apenas uma pegadinha, mas Henrique, querendo se enturmar, acreditou. Na noite anterior, tomou a droga antes de dormir. Acordou no dia seguinte como garota. Pegou roupas emprestadas da irmã mais nova e foi para a empresa.

Ao chegar, entre gargalhadas da recepcionista, descobriu que haviam mentido para ele — e que não era a primeira vez que faziam isso com funcionários novos.

Morrendo de vergonha, foi direto para a mesa e enterrou a cara no trabalho, torcendo para que o dia passasse logo.

A parte da festa era real. Henrique resolveu ficar ao menos para marcar presença e mostrar que aceitava brincadeiras.

Em certo momento, Ugo — um dos que o havia enganado — se aproximou. Pediu desculpas pela pegadinha e lhe trouxe um drink. Os dois conversaram, tomaram mais algumas bebidas e, de repente, Henrique sentiu a mão quente do homem deslizando por sua coxa lisa por baixo da mesa.

Por um instante ele ignorou, mas logo a mão começou a acariciar sua perna, subindo cada vez mais, indo em direção ao meio das coxas. Henrique sentiu arrepios e algo diferente acontecendo com o corpo. Estava ficando excitado.

Assustado ao perceber o que sentia, pediu licença de repente e correu para o banheiro. Lá dentro, olhava-se no espelho tentando entender o que estava acontecendo, quando Ugo surgiu atrás dele. Percebendo o efeito que havia causado, Ugo o beijou. Henrique não resistiu e correspondeu.

Pouco depois, Ugo tirou a roupa, arrancou a calcinha dele e o penetrou com força. Depois de terem gozado — Ugo uma vez, Henrique três —, voltaram para a festa.

Os dois combinaram se encontrar no fim de semana. Henrique tomou mais doses da droga para continuar mulher e sair com seu novo amigo e amante.

Na segunda-feira tudo parecia normal. De volta ao seu sexo de nascença, Henrique sentia que algo tinha mudado irreversivelmente dentro dele. Não se sentia mais bem daquele jeito.

Depois de algumas conversas com o diretor da empresa, certo dia ele tomou a versão permanente da droga e apareceu no trabalho como Erica. Ficaria algum tempo com Ugo, depois teria casos com outros rapazes, até entrar num relacionamento sério com um dos clientes da empresa. Um rico empresário com quem um dia se casaria.

domingo, 1 de fevereiro de 2026



— O que foi? Por que vocês estão me olhando desse jeito?

— Nada, Luís. É que ver a Sheila… quer dizer, você agindo assim…
— Eu sei. É estranho, né? Mas a terapeuta disse que a troca temporária de corpos seria a melhor forma de resolver os nossos problemas no casamento. Ela também falou que eu deveria, mesmo estando no corpo dela, manter minha rotina normal. É uma maneira de perceber como as coisas são diferentes e entender por que ela não pode ser exatamente como eu gostaria que fosse. Por isso, eu vou preparar o churrasco como de costume, enquanto a Sheila passa o dia com as amigas dela.
— Faz sentido, Luís.

Luís sabia muito bem que, na verdade, os amigos estavam olhando para o bumbum da esposa — agora o seu bumbum. Mas, curiosamente, isso não o incomodou. Pelo contrário: estando naquele corpo, o fato de chamar a atenção dos colegas o fazia sentir-se bem. Era bom para o ego dele.

Mais tarde, resolveu colocar um dos biquínis da esposa e dar um mergulho na piscina. Passou a provocar ainda mais os amigos, deixou os rapazes sem graça e deu até para notar um deles tentando disfarçar uma ereção. Luís só não imaginava que a brincadeira iria longe demais.

Depois do churrasco, muita cerveja e provocações, Luís e dois de seus amigos acabariam no quarto do casal. A esposa, que chegou sem que eles percebessem, viu o que acontecia por uma fresta da porta, saiu de casa sem dizer nada e não voltou mais.

Luís receberia uma mensagem dela à noite, dizendo que o casamento havia acabado. Disse também que, depois do que viu — o que o marido fizera usando o seu corpo —, ela não o queria mais de volta. Luís ficaria definitivamente no corpo da mulher.