quarta-feira, 21 de janeiro de 2026



 André não gostava do seu padrasto Manoel. Sua mãe casara-se com aquele homem quando o rapaz ainda era adolescente, e os dois sempre brigavam. Mas as coisas mudaram, e hoje eles se dão muito bem.

A mãe de André resolveu ir embora após alguns anos, mas André, agora com vinte e três anos, acabou ficando. Estava acostumado à casa grande e ao dinheiro do padrasto.

Depois de algum tempo, Manoel o chamou para uma conversa séria. Suspeitando que a esposa o estivesse traindo, ele espalhara câmeras escondidas pela casa. Mas, em vez de confirmar suas suspeitas sobre a mulher, descobriu que André era crossdresser: bastava ficar sozinho para se vestir de mulher e passar o dia em casa agindo como uma garota.

Humilhado, André disse que iria pegar suas coisas e partir, mas Manoel o interrompeu. O homem afirmou que ele poderia ficar, desde que aceitasse novas regras: deveria usar roupas femininas o tempo todo e obedecer e respeitar Manoel como se ele fosse seu pai. André ficou sem palavras por um momento, mas por fim murmurou um tímido “Eu aceito”.

No começo, ele ficava encabulado, mas aos poucos foi se acostumando a usar saias e vestidos na presença do padrasto, que passou a chamá-lo de Andréia. Certo dia, Manoel doou todas as roupas masculinas do rapaz e, em seu lugar, comprou apenas roupas femininas.

Semanalmente, uma enfermeira contratada visitava a casa. Nessas ocasiões, além de examiná-lo, ela aplicava injeções no bumbum de André. Logo os efeitos do tratamento hormonal apareceram: seu corpo foi ficando mais delicado, com curvas suaves e femininas.

Andréia, cada vez mais feminina, passou a adorar Manoel. Esse sentimento evoluía a cada dia, até que ela percebeu que ia além da simples gratidão. A nova garota começou a desejar Manoel como homem.

Andréia tomou a iniciativa: um dia, invadiu a cama do ex-padrasto e fez amor com ele pela primeira vez.

Um ano depois, eles continuam morando juntos — não mais como padrasto e enteado, mas como amantes.

segunda-feira, 19 de janeiro de 2026

 

Laura se surpreendia, pois estava realmente se sentindo feliz ali, fazendo docinhos com as crianças. Tudo seria normal, não fosse o fato de que, há poucos meses, ela havia sido um homem chamado Gilberto.


O rapaz tinha terminado o noivado ao descobrir que a noiva o estava traindo. Saiu para beber, bebeu demais e acabou atropelando uma mãe de família com o seu carro.


A culpa de Gilberto era clara, e ele passaria boa parte da vida na cadeia. Mas o juiz decidiu por uma pena diferente. Pensando nos filhos da mulher, a condenação foi que Gilberto teria seu cérebro transferido para o corpo dela e teria de assumir o seu papel como forma de compensação à família, especialmente às crianças.


Apenas Osvaldo, o marido de Laura, sabia. Ele não gostou da ideia, mas, pensando nos filhos e também em usar isso como punição para Gilberto, acabou aceitando.


Semanas depois, Gilberto foi para a sua nova casa, agora no corpo da mulher. A situação era extremamente complicada, mas o que ajudou foi o amor das crianças. Gilberto não demorou a se apegar e logo passou a amar aquelas pessoinhas. Ele se dedicou completamente a elas e à casa.


Osvaldo, que a princípio tratava muito mal a nova esposa, logo percebeu essa dedicação. Passou a admirar a forma como ela cuidava das crianças, como passava noites em claro quando uma delas adoecia. Aos poucos, foi mudando a forma como via e tratava Gilberto e, quando se deu conta, estava novamente apaixonado por aquela pessoa.


Gilberto nunca teve sentimentos negativos em relação a Osvaldo. Pelo contrário, sentia remorso e pena do homem, mesmo quando era maltratado.


Quando Osvaldo passou a tratá-lo com carinho e atenção, Gilberto começou a desenvolver outros sentimentos. O marido de Laura era um homem forte e bonito. Logo, Gilberto passou a sentir algo novo: uma curiosidade que, aos poucos, se transformou em desejo.


Certa noite, na sala, depois que as crianças dormiram, os dois assistiram a uma comédia romântica. No final, Gilberto se aconchegou no marido. Este o abraçou, começou a acariciá-lo e, minutos depois, os dois se entreolharam e se beijaram.


Aquela foi a primeira noite em que o casal fez amor. Dali em diante, passariam a dividir a cama todas as noites. Gilberto se sentia feliz pela primeira vez na vida — e não trocaria aquilo por nada.

domingo, 18 de janeiro de 2026

 

— Doutor, não tenho me sentido normal ultimamente. Não é que eu esteja passando mal, mas meu peito dói e está um pouco inchado. Minha pele parece mais lisa, mais sensível. Já faz mais de uma semana que não faço a barba e meu rosto continua praticamente sem pelos. Perdi bastante peso e… pode parecer loucura, mas tenho certeza de que estou ficando mais baixo.

— Entendo, Mateus. Tire o avental e me deixe examinar você.

O médico examinou o corpo do paciente de cima a baixo: a pele excessivamente macia, o peito começando a se projetar de forma atípica, a cintura visivelmente mais fina do que seria normal em um homem. Por fim, pressionou levemente os testículos e sentiu que eles estavam vazios, atrofiados — como se o que deveria estar ali tivesse simplesmente… migrado para outra parte do corpo.

— Me diga uma coisa. Você esteve em uma das praias do nosso litoral norte recentemente? Aquele lugar onde um navio encalhou há alguns dias?

— Sim, doutor. Estive lá e até nadei perto do navio. Como o senhor sabe?

— Bem… acho que sei exatamente o que está acontecendo.

— Então me explique, por favor.

— Aquele navio levava uma carga para a indústria farmacêutica. Matéria-prima para algumas drogas experimentais bastante… inovadoras. Fiquei sabendo por colegas que alguns pacientes começaram a apresentar sintomas idênticos aos seus.

— Então eu fui envenenado?

— Não exatamente. Para começar, você não vai morrer e nem vai ficar doente no sentido clássico.

— Ufa! Que alívio. Então não é grave.

— Veja bem… o que está acontecendo com o seu corpo é que você está se transformando em uma mulher.

— Quer dizer… agora tudo faz sentido. Mas, sabendo disso, o senhor pode me tratar, certo? Tem como reverter?

— Infelizmente, não. Ainda não encontraram um tratamento eficaz. As poucas tentativas que foram feitas acabaram causando danos graves aos pacientes. O que posso fazer é acompanhar o processo e tentar tornar a transição o mais tranquila possível.

— Mas… e quanto tempo eu tenho até…?

— Até se tornar uma mulher completa? Varia de pessoa para pessoa, mas geralmente leva de dois a seis meses. Depois disso, será como se você tivesse nascido do sexo feminino.

— E eu poderei tomar esteroides para voltar a ser homem? Para impedir isso?

— Não. Como eu disse, qualquer tentativa de alterar o perfil hormonal de forma agressiva foi catastrófica. Eu aconselho fortemente que você procure um psicólogo — ou melhor, uma equipe especializada — e tente aceitar isso da melhor forma possível.

— Entendo…



Um ano depois.

— Mateus?! Faz tempo que não aparece. Como está?

— Estou ótima. Na verdade, agora me chamo Michele, doutor. Depois que o senhor me deu aquelas notícias, eu não me conformei. Consultei mais três médicos, e nenhum deles pôde me ajudar. Então fiquei em depressão por semanas, até que a minha esposa me convenceu a buscar ajuda psicológica. Aos poucos fui aceitando que virar mulher não era o fim do mundo, e com o tempo passei a gostar de algumas coisas do mundo feminino. Hoje eu amo ser mulher.

— Puxa, que bom ouvir isso. Mas e quanto à sua esposa? Ela aceitou?

— Sim e não. Ela aceitou que não havia saída, que perderia o marido que tinha. Mas logo pediu o divórcio e hoje está namorando.

— E quanto a você, como encarou isso?

— Difícil no começo, mas logo percebi que, sendo mulher, tendo um corpo como o dela, eu também não iria querer continuar o casamento. Mas o bom é que somos amigas.

— Que bom. E você está sozinha? Tem alguma pessoa na sua vida hoje?

— Bom, doutor, eu tenho sim. Uma bem legal e a gente está se dando muito bem.

— E ela sabe sobre o seu passado?

— Na verdade é ele, doutor, e sim, ele sabe que fui homem, mas não se importa.

— Parabéns. Mas não veio aqui apenas para me visitar, veio?

— Não, senhor. É que estamos pensando em levar a coisa a sério, tipo casamento. Eu já passei no ginecologista e ele disse que está tudo normal, mas queria a sua opinião também. Sabendo o que me aconteceu, acha que um dia posso ser mãe?

— Vamos dar uma olhada, mas adianto que já aconteceu com casos como o seu.

— Puxa, obrigada, doutor! Não sabe como isso me deixa feliz!

sexta-feira, 16 de janeiro de 2026


 

Jonathan salvou um garoto que se afogava, e o pai do menino, por gratidão, o iniciou em uma sociedade secreta. Uma vez lá, a sua vida começou a mudar: passou a ganhar dinheiro e ter sucesso em tudo.

Certo dia foi chamado para uma das festas super exclusivas.

— Jonathan — disse o pai do garoto. — Eu te disse antes que nossa irmandade satisfaz todos os desejos dos seus integrantes, não disse? Bem, o que você ainda não sabe é que temos acesso a tecnologias que as pessoas comuns nem sonham, e que podem realizar o seu desejo.

— Mas sr. Bernard, já estou conseguindo tudo o que quero, e sou muito grato.

— Não estou falando em dinheiro. Antes de entrar para o nosso grupo, tudo em sua vida é vasculhado, inclusive o que você acessa pela internet. No seu caso descobrimos uns sites bem peculiares, sobre homens se tornando mulheres.

— Hã?!... Olha, isso é apenas uma curiosidade, eu-eu...

— Calma. Ninguém está te julgando. Já vimos coisas bem bizarras, e apenas se tornar mulher não é nada demais. Bom, mas o que quero lhe oferecer é isto. — O homem lhe entregou um pequeno frasco.

— O que é?

— É algo avançado demais para nós dois entendermos. Só posso dizer que por uma noite vai ser aquilo que sempre sonhou. Clarice! — gritou o homem chamando a chefe das garçonetes. — Este é o senhor Jonathan, e conforme te expliquei mais cedo, vai precisar da sua ajuda. Jonathan, vá com ela e assim que estiverem a sós tome isto. Depois faça o que ela mandar, ok?

Jonathan seguiu a moça, e quando já estavam só os dois em uma sala privada ele tomou a droga como instruído. Segundos depois caiu de joelhos sentindo muita dor pelo corpo. A mulher o segurou e calmamente dizia que isso logo iria passar. Parecia não ser a primeira vez que ela presenciava algo assim.

Enquanto gemia de dor, Jonathan notou seus gemidos cada vez mais agudos. Sentiu todo o seu corpo mudando, encolhendo, ganhando curvas, perdendo partes e ganhando outras novas. Minutos depois aquilo passou, e ao se levantar suas roupas pareciam não pertencer mais a ele. As calças eram compridas demais e justas nos quadris.

— Pronto, pronto! Agora tire estas roupas e vista isso. — Passando um punhado de roupas dobradas.

Jonathan, ao tirar as roupas, tomou um susto. Seu corpo agora era completamente feminino, o que incluía uma vagina. Colocou as roupas e de repente ele era igual a uma das garçonetes sexys que atendiam a festa.

— Agora vamos voltar para a festa, e vai servir os rapazes, entendeu, Joana?

— S-sim — respondeu Jonathan, totalmente confuso e sem jeito.

Voltou então para a festa, agora como mulher, como uma das garçonetes sensuais. Passou a servir os homens e sentir o desejo deles pelo seu corpo feminino. Jonathan logo passou a sentir imenso prazer e felicidade. Seu sonho mais secreto estava sendo realizado. Não só era uma mulher linda, mas estava em uma posição submissa servindo homens poderosos e elegantes, alguns deles muito bonitos.

Quase no final da festa ele se aproximou de um certo homem e disse:

— Sr. Bernard...

— Jonathan? Nossa, você ficou mesmo uma mulher muito bonita.

— Obrigada! Olha, eu queria agradecer. Esta está sendo a noite mais feliz da minha vida. Finalmente me sinto como deveria ser.

— Que bom. Fico feliz por isso, e já que me parece tão feliz, aqui está outro presente. — Entregando outro frasco para Jonathan. — Como mencionei antes, aquele que tomou dura apenas doze horas, mas este aqui é de efeito permanente. Só peço que pense bem se é isso que realmente quer.

Dias depois Jonathan receberia uma entrega em casa. Eram os seus novos documentos que a sociedade secreta arranjara, agora com o nome Joana, sexo feminino e cinco anos mais jovem.

Ele ainda participaria das festas, mas como garçonete, servindo sempre com um sorriso no rosto, como uma forma de agradecer aos que lhe deram realmente tudo o que ele desejava na vida.


 — Minha noiva me disse que, se eu preferia passar tempo com você em vez de ficar em casa com ela, então eu deveria ser a sua namorada. Mandei ela à merda e vim pra cá, mas, no momento em que atravessei a porta, me vi assim: com roupas de mulher e o corpo mudado!

— Entendo. Eu acredito em você.

— Acredita? Puxa… que bom.

— Acredito que você está estressada, que cansou de brigar com a sua colega Ângela e quer vir morar comigo. É isso?

— Ângela? Colega? Não, ela é a minha…

— Vem, vamos pro sofá conversar.



— Ai, Wellington… por quê… mmm! Por que tá fazendo isso comigo?

— Porque você é a minha namorad e sei como te fazer feliz.

— Mas eu não sou… eu sou?

— Claro que é. E vai morar aqui até a gente se casar.

— Eu… ai!… Tá difícil raciocinar com você me comendo assim…

— Então não pensa, amor. Só diz sim.

— Aah!… Sim… sim!

— Eu te amo, Cristina!

— Não entendo como, mas… também te amo, Wellington!


quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

 

A Kely foi longe demais com essa brincadeira!

Desde que ela comprou aquele livro antigo de magias, o poder subiu-lhe completamente à cabeça. Olha só pra mim… Eu costumava ser um homem forte, de 1,87 m de altura. Agora minha cabeça mal chega no ombro da Kely — que eu já considerava baixinha. Devo estar com uns 1,50 m, no máximo.

Brigamos feio e eu disse umas verdades: que a vida dela era fácil, que sendo mulherzinha ela podia jogar todas as responsabilidades nas costas dos outros… como fazia comigo. Aí ela falou alguma coisa, senti minhas roupas ficando largas de repente, o mundo começou a crescer ao meu redor… e o pior: meu pênis parecia ser empurrado para dentro por mãos invisíveis, até sumir completamente e dar lugar a um… buraco molhado. Minha xereca!

É estranho demais ser garota. Me sinto tão fraco, tão frágil… tudo parece fora do meu controle. Pra me humilhar de vez, outro dia ela me desafiou pra um braço de ferro. E venceu com uma facilidade assustadora. Meu bracinho ficou doendo o dia inteiro. Fiquei pensando: nessas condições, a Kely me batia com tranquilidade. Na real, ela poderia acabar comigo se quisesse.

— Que merda, Fernando! — disse meu amigo Vítor. — Olha… se serve de consolo, até que você ficou bonitinha.

— Sei… mas eu não quero ser uma garota bonitinha. Quero voltar a ser homem!

— Não sei, cara… Acho que você deveria tentar outra estratégia. Tipo: se ela perceber que você tá começando a gostar de ser assim, talvez isso deixe de ser uma punição pra ela… e aí ela te devolve ao normal.

— Hmm… até que é uma boa ideia. Mas como eu faço isso?

— Simples: a gente sai juntos. Vamos jantar, depois passar num barzinho. Você tira umas fotos, posta… mostra pro mundo (e principalmente pra ela) que tá curtindo.

— Parece até uma… EI! Você tá querendo sair comigo como se eu fosse uma garota qualquer?

— Não! Que isso, cara? Você é o Fernandão, meu brother! Só tô querendo te ajudar.

— Desculpa… Você tem razão. Sei que você jamais tentaria algo comigo. Vamos fazer isso mesmo!



Horas depois… — PAULO! O que é isso?! — Hã?!... Kely, eu… posso explicar. — Não precisa explicar nada. A rola do Vítor entrando na sua buceta já diz tudo. — Não, eu… Ai! Espera, Vítor… Eu queria te convencer a me… UU! Transformar de volta em homem e… — Sei. E resolveu trepar com seu amigo no nosso sofá pra isso? Agora esquece. Talvez no fundo você já fosse essa… essa vagabunda! Podem ficar à vontade. Vou pra casa da minha mãe. Depois peço pra alguém vir buscar minhas coisas. — Mas e eu… me transforma de volta! Por favor! — Por quê? Parece que você tá se dando muito bem assim. Eu até ia te devolver ao normal hoje. Agora vou te deixar desse jeito pro resto da vida. Adeus, Fernanda. — NÃO! Me larga, Vi… AI! Espera, Kely… OOOH!