Guilherme comprou uma poção de troca de sexo de uma cigana e planejava usá-la para ficar rico. O problema era que, se ele tentasse vender a poção ou torná-la conhecida, ela simplesmente deixaria de funcionar.
Então surgiu a ideia: transformar-se em mulher, seduzir milionários e roubar o dinheiro deles.
O plano começou bem. Já transformado em garota, ele seduziu um homem muito rico. Mas não contava com um detalhe: como mulher, sua resistência ao álcool era bem menor. Acabou ficando bêbada e foi parar na cama com o sujeito.
Ao acordar no dia seguinte na mansão luxuosa, sentiu uma mistura de vergonha e arrependimento. As memórias da noite anterior vinham em flashes: ele gemendo alto, pedindo mais, se entregando completamente de prazer.
Vestiu a lingerie espalhada pelo chão e, enquanto procurava o vestido, encontrou um bilhete do homem. Nele, o milionário agradecia pela noite incrível, dizia que teve de sair cedo para o trabalho, mas que os empregados preparariam um café da manhã caprichado e que esperava vê-la novamente à noite.
Naquele momento, Guilherme teve um pensamento que a princípio achou ridículo: por que roubar uma parte quando poderia ter tudo aquilo?
Se ficasse, teria a vida dos sonhos. Além disso, não dava para negar: o sexo como mulher era muito melhor do que como homem.
Um ano depois, Giovana — o nome que ela escolheu — estava se casando com aquele mesmo homem, tornando-se milionária. Mas o mais surpreendente é que, naquele ponto, ela não se casava mais pelo dinheiro. Havia se apaixonado de verdade pelo futuro marido.
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