sexta-feira, 16 de janeiro de 2026


 — Minha noiva me disse que, se eu preferia passar tempo com você em vez de ficar em casa com ela, então eu deveria ser a sua namorada. Mandei ela à merda e vim pra cá, mas, no momento em que atravessei a porta, me vi assim: com roupas de mulher e o corpo mudado!

— Entendo. Eu acredito em você.

— Acredita? Puxa… que bom.

— Acredito que você está estressada, que cansou de brigar com a sua colega Ângela e quer vir morar comigo. É isso?

— Ângela? Colega? Não, ela é a minha…

— Vem, vamos pro sofá conversar.



— Ai, Wellington… por quê… mmm! Por que tá fazendo isso comigo?

— Porque você é a minha namorad e sei como te fazer feliz.

— Mas eu não sou… eu sou?

— Claro que é. E vai morar aqui até a gente se casar.

— Eu… ai!… Tá difícil raciocinar com você me comendo assim…

— Então não pensa, amor. Só diz sim.

— Aah!… Sim… sim!

— Eu te amo, Cristina!

— Não entendo como, mas… também te amo, Wellington!


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