— Minha noiva me disse que, se eu preferia passar tempo com você em vez de ficar em casa com ela, então eu deveria ser a sua namorada. Mandei ela à merda e vim pra cá, mas, no momento em que atravessei a porta, me vi assim: com roupas de mulher e o corpo mudado!
— Entendo. Eu acredito em você.
— Acredita? Puxa… que bom.
— Acredito que você está estressada, que cansou de brigar com a sua colega Ângela e quer vir morar comigo. É isso?
— Ângela? Colega? Não, ela é a minha…
— Vem, vamos pro sofá conversar.
— Ai, Wellington… por quê… mmm! Por que tá fazendo isso comigo?
— Porque você é a minha namorad e sei como te fazer feliz.
— Mas eu não sou… eu sou?
— Claro que é. E vai morar aqui até a gente se casar.
— Eu… ai!… Tá difícil raciocinar com você me comendo assim…
— Então não pensa, amor. Só diz sim.
— Aah!… Sim… sim!
— Eu te amo, Cristina!
— Não entendo como, mas… também te amo, Wellington!
Nenhum comentário:
Postar um comentário