André não gostava do seu padrasto Manoel. Sua mãe casara-se com aquele homem quando o rapaz ainda era adolescente, e os dois sempre brigavam. Mas as coisas mudaram, e hoje eles se dão muito bem.
A mãe de André resolveu ir embora após alguns anos, mas André, agora com vinte e três anos, acabou ficando. Estava acostumado à casa grande e ao dinheiro do padrasto.
Depois de algum tempo, Manoel o chamou para uma conversa séria. Suspeitando que a esposa o estivesse traindo, ele espalhara câmeras escondidas pela casa. Mas, em vez de confirmar suas suspeitas sobre a mulher, descobriu que André era crossdresser: bastava ficar sozinho para se vestir de mulher e passar o dia em casa agindo como uma garota.
Humilhado, André disse que iria pegar suas coisas e partir, mas Manoel o interrompeu. O homem afirmou que ele poderia ficar, desde que aceitasse novas regras: deveria usar roupas femininas o tempo todo e obedecer e respeitar Manoel como se ele fosse seu pai. André ficou sem palavras por um momento, mas por fim murmurou um tímido “Eu aceito”.
No começo, ele ficava encabulado, mas aos poucos foi se acostumando a usar saias e vestidos na presença do padrasto, que passou a chamá-lo de Andréia. Certo dia, Manoel doou todas as roupas masculinas do rapaz e, em seu lugar, comprou apenas roupas femininas.
Semanalmente, uma enfermeira contratada visitava a casa. Nessas ocasiões, além de examiná-lo, ela aplicava injeções no bumbum de André. Logo os efeitos do tratamento hormonal apareceram: seu corpo foi ficando mais delicado, com curvas suaves e femininas.
Andréia, cada vez mais feminina, passou a adorar Manoel. Esse sentimento evoluía a cada dia, até que ela percebeu que ia além da simples gratidão. A nova garota começou a desejar Manoel como homem.
Andréia tomou a iniciativa: um dia, invadiu a cama do ex-padrasto e fez amor com ele pela primeira vez.
Um ano depois, eles continuam morando juntos — não mais como padrasto e enteado, mas como amantes.
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