Daniel, certo dia, comprou uma velha lâmpada em um antiquário. Ela estava suja e, ao limpá-la, soltou uma fumaça da qual surgiu um homem negro enorme, vestido com roupas árabes.
— EU sou o Gênio da Lâmpada. Quais os seus desejos, amo?
Daniel ficou atordoado e levou alguns minutos para ter certeza de que não era um sonho ou alucinação.
— Bem, eu... quero ser muito rico!
Na mesma hora surgiram pedras preciosas, barras e moedas de ouro que preencheram os cômodos da casa.
— O que mais, amo? — perguntou o Gênio.
— Tem uma coisa, mas... eu não sei se devo...
No mesmo instante, seu corpo se transformou: de homem, passou a ser o de uma bela mulher, com curvas marcantes e seios naturais enormes.
— Mas... como você...?
— Como teve vergonha de dizer, eu li a sua mente e concedi o seu desejo. Infelizmente, só consigo criar roupas da minha época. Era o que queria, certo?
— Sim! Sempre quis ser uma mulher assim. Muito obrigado... ou melhor, obrigada!
— E quanto ao seu terceiro e último pedido, amo?
— Bom... já sou mulher, sou rica... o que mais você acha que eu iria desejar...?
Daniela disse isso olhando o corpo do gênio de cima a baixo, com um sorriso no rosto e um dedo tocando os lábios.
O gênio não precisou ler seus pensamentos. Simplesmente a carregou até o quarto, tirou as roupas dela e depois as próprias.
O que se seguiu foi uma noite de sexo quente e selvagem.
Na manhã seguinte, o homem levantou-se e se vestiu.
— Está na hora de ir, amo. Espero que tenha ficado satisfeita com os seus desejos.
— Sim. Fiquei muito... principalmente com o último, hehe!
— Que bom saber. Agora...
— Espere! Não quer ficar?
— Infelizmente não posso. Mas, com certeza, uma mulher como você encontrará muitos homens que a desejarão.
— Está bem... muito obrigada por tudo.
O gênio então desapareceu em uma nuvem de fumaça.
Daniela teve uma vida feliz e cheia de aventuras. Gostava especialmente de ficar com homens negros e fortes, que sempre lhe lembravam o primeiro homem da sua vida como mulher.
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